A professora Cris Kaizer, moradora de Queimados e esposa do prefeito Glauco Kaizer, recebeu 28.436 votos na eleição de 2026 para deputada estadual do Rio de Janeiro. Em sua primeira disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), a candidata terminou o pleito na condição de suplente.
A candidatura teve como principais bandeiras a defesa da educação e dos direitos das pessoas com deficiência, temas apresentados ao longo da campanha. O resultado também evidenciou a concentração de sua votação na Baixada Fluminense, especialmente em Queimados, município onde mantém sua principal base eleitoral.
Queimados concentrou a maior votação
Dos 28.436 votos recebidos por Cris Kaizer, 12.296 foram registrados em Queimados, o equivalente a aproximadamente 43,2% do total. O município foi o principal destaque de sua votação, com o maior número de votos entre todas as cidades do estado.
Além de Queimados, a candidata recebeu 2.794 votos em Nova Iguaçu e 1.438 em Japeri, ampliando sua presença eleitoral em municípios da Baixada Fluminense.
A votação também alcançou outras regiões do estado. Na capital fluminense, Cris Kaizer recebeu 4.410 votos, enquanto Campos dos Goytacazes registrou 1.035 votos para a candidata.
Distribuição dos votos
Os cinco municípios com maior votação somaram 21.973 votos, aproximadamente 77,3% do total. Os outros 6.463 votos foram distribuídos entre as demais cidades fluminenses.
| Município | Votos |
| Queimados | 12.296 |
| Rio de Janeiro | 4.410 |
| Nova Iguaçu | 2.794 |
| Japeri | 1.438 |
| Campos dos Goytacazes | 1.035 |
| Demais municípios | 6.463 |
| Total | 28.436 |
Primeira candidatura amplia presença no cenário político
A disputa de 2026 marcou a estreia de Cris Kaizer em uma eleição para o Legislativo estadual. Embora não tenha conquistado uma vaga direta na Alerj, a candidata encerrou a eleição com votação distribuída por diferentes municípios do Rio de Janeiro e com forte concentração de apoio em Queimados.
O resultado passa a integrar sua trajetória política e oferece um panorama da distribuição geográfica dos votos recebidos na primeira candidatura. A condição de suplente significa que ela não conquistou uma cadeira na composição inicial da Assembleia, mas poderá assumir o mandato caso surja uma vaga e sejam atendidas as regras eleitorais aplicáveis.
Os resultados detalhados da votação podem ser consultados nas ferramentas oficiais da Justiça Eleitoral.






