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Belém do Pará

Pastora é morta com diversos golpes de faca em via pública após pedido de ajuda

Pastora é morta com diversos golpes de faca em via pública após pedido de ajuda

Pedido de ajuda nas primeiras horas da manhã terminou em uma cena que chocou moradores da região; Polícia Civil investiga onde o ataque começou e quem é o responsável pelo homicídio.

O último domingo (30), amanheceu marcado por uma cena de violência no bairro do Tapanã, em Belém na região Norte do Brasil. Uma mulher identificada como Renata, conhecida na comunidade por atuar como pastora de uma igreja evangélica, foi encontrada morta com diversos golpes de faca em uma via pública da Rua Carlos Marighella. O caso mobilizou forças de segurança e abriu uma investigação para esclarecer as circunstâncias do crime.

Antes mesmo da chegada da polícia, um pedido de ajuda publicado por um morador em um grupo de mensagens chamou a atenção da vizinhança. A mensagem relatava que uma mulher estava ferida em frente a uma residência, mobilizando moradores que acionaram o Centro Integrado de Operações (Ciop). Quando equipes do 24º Batalhão da Polícia Militar chegaram ao local, porém, a vítima já não apresentava sinais de vida.

Um rastro que pode mudar a investigação

O trabalho da perícia revelou um detalhe que pode ser decisivo para esclarecer o caso: um rastro de sangue que se estendia por aproximadamente 100 metros. A marca levantou a hipótese de que Renata possa ter sido atacada em outro ponto da rua ou conseguido caminhar ferida antes de cair onde foi encontrada. Até o momento, essa possibilidade ainda está sendo analisada pelos investigadores.

A Polícia Científica confirmou que a vítima apresentava múltiplos ferimentos provocados por arma branca, enquanto a área foi isolada para preservar vestígios que possam ajudar na identificação do autor do crime.
Objetos encontrados passam por análise

Durante os trabalhos periciais, agentes recolheram objetos pessoais encontrados próximos ao corpo, entre eles um carregador de celular, um isqueiro e um cachimbo. Até o momento, a Polícia Civil não informou se esses itens têm relação direta com o homicídio. Todo o material foi encaminhado para análise no curso da investigação.
Relatos ainda aguardam confirmação oficial

Moradores afirmaram que Renata estaria vivendo em situação de rua após ter deixado a congregação religiosa da qual fazia parte. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades e segue sendo tratada como relato de testemunhas.

Outra circunstância que chama atenção é a ausência de indícios evidentes de luta corporal no ponto onde o corpo foi encontrado, fator que reforça a necessidade de esclarecer onde, de fato, a agressão começou.
Investigação busca imagens e testemunhas

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil iniciou a coleta de depoimentos de moradores da região e trabalha na busca por imagens de câmeras de segurança que possam reconstruir os últimos momentos da vítima. Até agora, não há informações oficiais sobre suspeitos, prisões ou motivação para o crime. Enquanto a investigação avança, a morte de Renata deixa uma comunidade marcada pelo choque e pela expectativa de respostas sobre quem transformou um pedido de socorro em um desfecho fatal.

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